Em 4 de outubro de 2026, Eduarda Campopiano (PL) foi eleita para a Assembleia Legislativa de São Paulo com cerca de 1,96 milhão de votos, a maior votação para o cargo naquele pleito. Logo após a apuração, a reação nas redes incluiu insultos e mensagens que defendiam sua morte. Nas semanas seguintes, a parlamentar também se tornou alvo de uma ação do Ministério Público paulista que pede dinheiro, retratação, curso obrigatório e restrições ao que poderá dizer.
Uma captura obtida pela reportagem mostra como membros do MPSP reagiram à eleição de Campopiano. Na noite de 5 de outubro, às 22h03, o procurador de Justiça Márcio Sérgio Christino compartilhou no “Grupo de Estudos de Violência Doméstica e de Gênero” uma reportagem do UOL intitulada “Eduarda Campopiano: Segredo do sucesso é falar o que pensa, doa a quem doer”. No minuto seguinte, o procurador escreveu: “Vejam até o fim, ela é contra o feminicídio e a tendência é reverberar no Federal”.



