Hoje, às 21h, ao vivo. O deputado que acusou Flávio Dino entra no Dossiê Semanal.
Lembram da investigação secreta contra Dino que a Vaza Toga 5 tirou da gaveta? Estava na mesa de Moraes desde abril de 2023. Três dias depois da reportagem, o ministro arquivou a acusação contra Dino e o general Gonçalves Dias. No mesmo despacho, mandou a Polícia Federal ouvir Leandro de Jesus — o autor da denúncia — por possível comunicação falsa de crime.
Leandro levou alerta da PF na véspera do 8 de Janeiro, dado da Abin, a portaria da Força Nacional e as câmeras do Planalto com Gonçalves Dias. Moraes não disse que isso era falso. Disse que não havia indício. E virou o caso contra quem denunciou.
Os fatos de Dino são de quando ele ainda era ministro da Justiça. A proteção de magistrado do Supremo veio mesmo assim. Duas semanas depois, no Inquérito das Fake News, Moraes apontou “fortes indícios” contra André Mendonça sem autorização do plenário.
Foi o mesmo com Tagliaferro, no Radiolão. Agora Leandro. Quem denuncia estrutura ligada a Moraes é perseguido.
Hoje ele conta o que aconteceu e o que vai fazer.


